29 de jul de 2010

Neve


As gotículas de água que se formam por condensação crescem porque há núcleos de condensação que são higroscópicos (atraem água). (A simples saturação do ar não garantiria o seu crescimento. Só se o ambiente estiver supersaturado (humidade relativa maior do que 100%) - o que é raro acontecer - as gotículas crescem. Mas, mesmo assim, só ao fim de 20 a 120 minutos os processos de condensação e deposição podem gerar uma gotícula de nuvem (de 1 a 30 mícron de diâmetro). E ter-se-ia de esperar quase eternamente para que estes processos gerassem uma partícula de precipitação suficientemente pesada para cair (de 0,2 a 5 mm de diâmetro). São o efeito combinado da colisão e fusão de gotículas e do processo de crescimento de cristais de gelo que asseguram o crescimento das partículas de precipitação a partir das gotículas. 
O tipo de precipitação que chega ao solo (chuva, granizo, chuva gelada, neve, etc.) depende do tipo de processos dentro da nuvem mas também da temperatura do ar entre a base da nuvem e o solo. Pequenas variações de temperatura (décimos de grau) podem implicar a diferença entre chuva, chuva gelada, saraiva ou neve
Se as temperaturas de uma nuvem até ao solo forem todas negativas (abaixo de 0ºC), cairá geralmente neve. No entanto, se as temperaturas no interior das nuvens estiverem a cima de -10ºC (o que se pode dever eventualmente ao crescimento da temperatura por cima da nuvem por chegada de uma massa de ar quente), a nuvem geralmente não terá cristais de gelo e cairá chuva gelada resultante do processo de crescimento de gotas superarrefecidas por colisão e fusão (coalescência) - o chamado processo de superarrefecimento de chuva quente. (Quando existem cristais de gelo, as partículas de precipitação crescem pelo processo de crescimento de cristais de gelo, produzindo neve e não chuva gelada).

Caatinga

O termo Caatinga é originário do tupi-guarani e significa mata branca. Localizada em área de clima semi-árido, apresenta temperaturas médias anuais que oscilam entre 25ºC e 29ºC.
A fauna é rica, com 148 espécies de mamíferos, das quais dez são endêmicas.
Entre as 348 espécies de aves, quinze são endêmicas e 20 encontram-se ameaçadas de extinção.
Em razão da semi-aridez e do predomínio de rios temporários, era de se esperar que a biota aquática da Caatinga fosse pouco diversificada. Mas já foram identificadas pelo menos 185 espécies de peixes, distribuídas em mais de cem gêneros.
A maioria delas (57,3%) é endêmica.
Cerca de 100 mil hectares da chamada mata branca apresentam mostras significativas de degradação pela ação do homem na luta pela sobrevivência.
As principais ações de desmatamento são as queimadas para produção de lenha e carvão e para agropecuária. A identificação de áreas e ações prioritárias para a conservação da Caatinga é um importante instrumento para a proteção de sua biodiversidade.
A Reserva da Biosfera da Caatinga gera um processo em que o governo e as comunidades trabalham juntos para a conservação e preservação do patrimônio biológico, visando a melhoria da qualidade de vida para a população do Nordeste.
A Reserva da Biosfera da Caatinga – RBCAAT, aprovada pela UNESCO em 2001, é regida pelo Conselho Nacional da Reserva da Biosfera da Caatinga.
Esse Conselho, paritário, possui 15 membros representantes da esfera governamental (4 do governo federal, 10 dos órgãos ambientais de cada um dos governos estaduais abrangidos pela Reserva e 1 representante dos municípios) e 15 representantes da sociedade civil (comunidade científica, moradores, empresários e organizações não-governamentais).
O Conselho é o órgão encarregado da gestão da RBCAAT, sendo responsável por sua política, doretrizes, definição de metodologias, aprovação de seus planos de ação e pelas relações oficiais com o Comitê Brasileiro do Programa MaB.
Ainda fazem parte da estrutura os comitês estaduais, que coordenam a implementação da Reserva e os projetos nos respectivos estados.
Eles atuam como instâncias de apoio e articulação entre o Conselho e os governos, as organizações não-governamentais, o setor científico, moradores locais e setores empresariais em cada estado abrangido pela Reserva.

Neblina

Quando uma massa de ar experimenta resfriamento à superfície, nevoeiros podem ser formados. Nevoeiro é um tipo de nuvem estratiforme que se forma na superfície ou muito próximo a ela, e que afeta seriamente a visibilidade. É como se a base de uma nuvem estratiforme estivesse muito baixa e em algumas situações é possível identificar gotinhas d’água boiando na atmosfera. Por isso, existe muita preocupação por parte dos órgãos gerenciadores dos meios de transportes aéreos, marítimos e rodoviários, pois muitas vezes, o nevoeiro é situação precursora de acidentes graves e até mesmo fatais.
Por outro lado, a correta exploração do conteúdo de água líquida de um nevoeiro pode trazer benefícios às atividades humanas, como por exemplo no Chile, que se coleta cerca de 7000 litros de água por dia através de 50 coletores de 48 m2 de área da base.
Por sua estreita associação com inversões de temperatura e por sua tremenda importância nos transportes, segurança pública e atividades humanas em geral, os nevoeiros merecem uma séria consideração como propriedade da massa de ar. Para os propósitos desta discussão, nevoeiros podem ser definidos como uma camada de nuvem estratiforme ocorrendo na superfície ou muito próximo a ela.
Nuvens estratiformes são características da parte mais baixa da atmosfera quando uma inversão térmica bem desenvolvida existe ou quando há uma camada aproximadamente isotérmica. Se o ar localizado abaixo for suficientemente úmido, uma camada estratiforme irá se formar, com topo à altura da base da inversão. Para que a formação se dê como nevoeiro, a base da inversão deve estar próxima à superfície. Uma inversão térmica de superfície ou muito próximo a ela é meramente uma expressão de resfriamento por baixo e isto é portanto característica de massas de ar que são originariamente mais quentes do que a superfície sobre a qual ela está passando ou está em repouso. O problema de investigar a formação de nevoeiro consiste em determinar as circunstâncias nas quais o resfriamento de massas de ar na superfície, num contexto de alta umidade, pode ocorrer.

Ventos

São deslocamentos de ar das zonas de alta pressão para zonas de baixa pressão.
Os ventos desempenham um papel muito importante na vida dos seres vivos, pois são eles que levam para longe o ar viciado que nós respiramos e trazem até nós o ar puro, com bastante oxigênio, tão importante para o nosso organismo.
Os ventos podem ser constantes, ou regulares, periódicos, variáveis, ou irregulares, e locais. 
A diferença entre as pressões atmosféricas das zonas anticiclonal e ciclonal determina a velocidade do vento, que pode ser: fraco, moderado, forte, violento e furacão.
O furacão possui ação devastadora, pois destrói quase tudo por onde passa. Ocorre com freqüência na América Central e quase sempre atinge a América do Norte.
A velocidade do furacão é, em geral, superior a 90 quilômetros por hora.
A velocidade do vento é medida em metros por segundo, por um aparelho chamado anemômetro. A biruta, ou anemoscópio, é usada para indicar a direção e o sentido do vento.
Os ventos podem ser constantes, ou regulares, periódicos, variáveis, ou irregulares, e locais.
Principais tipos de ventos:
Constantes
  • contra-alísio
  • alísio
Periódicos
  • brisa
  • monção
  • variáveis ou irregulares
  • locais 
Monções são ventos que sopram, durante o verão, do Índico para a Ásia Meridional e, durante o inverno, da Ásia Meridional para o oceano Índico.
Monções Marítimas
Sopram do Índico para o continente e provocam excessivas chuvas na Ásia Meridional, causando enchentes e inundações.
Monções continentais
Sopram do continente para o oceano Índico e provocam estiagens ou secas prolongadas no sul da Ásia.

Nascimento da princesa Isabel-29 de julho

No dia 29 de julho de 1846 nascia a Princesa Isabel, segunda filha do Imperador D. Pedro II, no Paço de São Cristóvão, Rio de Janeiro. Recebeu o pomposo nome Isabel Cristina Leopoldina Augusta. Isabel, por causa da avó materna, Rainha de Nápoles; Cristina, que lembraria sua mãe, a Imperatriz Dona Tereza Cristina; Leopoldina, em homenagem a sua avó paterna, a primeira Imperatriz do Brasil e Augusta como premonição do futuro que a aguardava. A esses nomes acrescentaram-lhe os tradicionais dos príncipes de Bragança: Micaela, Gabriela, Rafaela Gonsaga.
Com a morte de seu irmão mais velho, o Príncipe Dom Afonso, tornava-se, aos onze meses de idade, herdeira do trono e sucessora de seu pai. Em 1848 nasceu o seu segundo irmão varão, o Príncipe Dom Pedro, que veio a falecer dois anos depois. Para herdar o trono fundado por Dom Pedro I, restava uma frágil princesa de quatro anos de idade que seria, daí em diante, a Princesa Imperial. O reconhecimento oficial como sucessora de seu pai teve lugar a 10 de agosto de 1850 , quando a Assembléia-Geral, proclamou-a Herdeira do Trono na forma dos Artigos 116 e 117 da Constituição do Império.
A 29 de julho de 1860 completava D. Isabel seus 14 anos e, de acordo com o Artigo 106 da Constituição, deveria prestar o juramento de "manter a religião católica apostólica a romana, observar a Constituição política da nação brasileira e ser obediente às leis e ao imperador”.
A 30 de junho de 1887, com a partida do Imperador para a Europa para tratamento de saúde, começava a 3a Regência e a 3a fase política da vida da Princesa. A escravidão estava de tal maneira presente na vida do Império que várias tentativas visando aboli-la acabavam esbarrando no conservadorismo dos fazendeiros e proprietários, mesmo entre os liberais. As relações entre a Regente e o Ministério de Cotegipe eram tensas, embora aparentassem ser cordiais.

27 de jul de 2010

Trovões

As ondas sonoras geradas pelo movimento das cargas elétricas na atmosfera são denominadas trovões. Resultado do aumento da temperatura do ar por onde o raio passa, os trovões podem ser perigosos, nas proximidades de onde o fenômeno acontece. Entretanto, na maioria dos casos, causam apenas medo aos mais sensíveis.
O trovão é uma onda sonora provocada pelo aquecimento do canal principal durante a subida da Descarga de Retorno. Ele atinge temperaturas entre 20 e 30 mil graus Celsius em apenas 10 microssegundos (0,00001 segundos). O ar aquecido se expande e gera duas ondas: a primeira é uma violenta onda de choque supersônica, com velocidade várias vezes maior que a velocidade do som no ar e que nas proximidades do local da queda é um som inaudível para o ouvido humano; a segunda é uma onda sonora de grande intensidade a distâncias maiores. Essa constitui o trovão audível.
Os meios de propagação dos trovões são o solo e o ar. A freqüência dessa onda sonora, medida em Hertz, varia de acordo com esses meios meios, sendo maiores no solo. A velocidade do trovão também varia com o local onde se propaga. O trovão ocorre sempre após o relâmpago, já que a velocidade da luz é bem maior que a do som no ar.
O que escutamos é a combinação de três momentos da propagação da descarga no ar: primeiro, um estalo curto (um som agudo que pode ensurdecer uma pessoa) gerado pelo movimento da Descarga de Retorno no ar. Depois, um som intenso e de maior duração que o primeiro estalo, resultado da entrada ou saída da descarga no solo e por último, a expansão de sons graves pela atmosfera ao redor do canal do relâmpago. Podemos ter uma percepção do som diferente, mas essa ordem é a mesma. Por isso, é muito perigoso ficar próximo ao local de queda de um relâmpago.



Pangéia


Não existe dúvida de que a maior contribuição para a Biogeografia Moderna foi a aplicação da Teoria Tectônica de Placas. Com ela, houve a possibilidade de explicações sobre a distribuição de muitos táxons disjuntos, que até então, não passavam de mera especulação e de teorias, que, algumas hoje parecem absurdas, tais como, as das “Pontes Continentais”, referidas no capítulo 1, durante o período Pré-Darwianiano e Darwianiano.

Brown & Gibson (1983) sumarizam seis conclusões de Wegener, as quais, segundo eles, não sofreram alterações em suas essências, que são:
1. As rochas continentais são fundamentalmente diferentes, menos densas, mais finas e menos altamente magnetizadas daquelas do fundo do mar. As blocos mais leves dos continentes bóiam em uma camada viscosa do manto.


2. Os continentes estavam unidos em um único supercontinente, o Pangea que, dividiu-se em placa menores que moveram-se, flutuando no manto superior. A quebra do Pangea começou no Mesozóico, mas a América do Norte ainda ficou conectada com a Europa até o Terciário ou ainda até o Quaternário.


3. A quebra do Pangea começou em um vale que gradualmente alargando-se em um oceano. Distribuição dos maiores terremotos e regiões de vulcanismo ativo e elevação de montanhas estão relacionados com os movimentos destas placas da crosta terrestre.


4. Os blocos continentais mantêm ainda seus limites iniciais, exceto, nas regiões de elevação de montanhas, de tal maneira que se fossem unidos haveria similaridades em relação a estratigrafia, fósseis, paleoclimas, etc. Estes padrões são inconsistentes com qualquer explicação que assuma a posição fixa dos continentes e oceanos.


5. Estimativas da velocidade de movimentação de certos continentes é em torno de 0,3 a 36 m/ano e mostra que a Groelândia separou-se da Europa a apenas 50.000 a 100.000 anos atrás.


6. O aquecimento radioativo do manto pode ser a causa primária para a movimentação gradual dos blocos, mas outras forças podem estar envolvidas.

No entanto, a teoria de Wegener ficou no ostracismo quase que por 50 anos. No foi apenas em função dos geólogos ligados a indústria petrolífera, palentólogos e outros, mas, no que se refere a sua aplicação na biogeografia, as teorias do “Centro de Origem”, “Dispersão”, “Pontes Continentais”, estavam em alta. De acordo com Gibbrian (1986) apud Espinosa & Llorente (1993) encontrou somente uma explicação pela rejeição da Teoria de Wegener na época e de sua aceitação no presente, que era: os interlocutores eram outros, isto é, para aceitá-la era necessário uma mudança radical do pensamento geológico da ápoca.

Essa teoria postula que a crostaterrestre, mais precisamente a litosfera -que engloba toda a Crosta e a parte superior do Manto, até cerca de 100 km de profundidade -está quebrada em um determinado número de placas rígidas, que se deslocam com movimentos horizontais, que podem ser representados como rotações com respeito ao eixo que passa pelo centro da Terra.




Dia do Agricultor-28 de julho

Em algum momento, em sua evolução, o homem descobriu que podia tirar da terra o seu alimento. Desde o século XIX, quando se estabeleceram hipóteses de como teria sido o seu desenvolvimento, foram estabelecidas quatro fases: na primeira fase, o homem foi selvagem; na segunda, nômade (sem habitação fixa) e domesticador; na terceira, agricultor e somente na quarta, se civilizou. O momento da passagem de caçador para pastor e agricultor nunca ficou muito preciso, não se concluiu exatamente qual foi, ou onde foi.

Notáveis trabalhos de irrigação na China, de 2200 aC., sinalizam que ali se desenvolvia a agricultura nessa época, assim como também há o registro da existência de represas, espécies de tanques, de máquinas debulhadoras e de implementos para cultivar a terra. Acredita-se que a técnica da irrigação deve ter ido da China para a Babilônia. Por muito tempo o aparecimento da agricultura foi creditado ao Oriente Médio, por volta de 4000 aC.
Recentemente, pesquisas arqueológicas levaram essas hipóteses para 7000 aC., além da suposição de que uma fase preliminar de cultivo da terra deve ter existido na Palestina, pelos vestígios que ficaram de espécies de foices naquela região, que remontam a 9000 aC.
A agricultura como é feita hoje, a chamada agricultura convencional, se baseia num conjunto de técnicas produtivas que surgiram em meados do século XIX, conhecida como a segunda revolução agrícola, e que se baseou no lançamento dos fertilizantes químicos. Expandiu-se após as grandes guerras, com o advento do emprego de sementes manipuladas geneticamente para provocar o aumento da produtividade, associado ao emprego de agroquímicos (agrotóxicos e fertilizantes) e de maquinaria agrícola.

Dia da morte de Lampião-28 de julho

A partir da metade do século XIX, diante da dura realidade do Sertão Nordestino, onde predominava a intensa miséria e injustiça social, criou-se uma manifestação caracterizada pelo banditismo: o Cangaço. A organização já era conhecida desde 1834 e se referia a certos indivíduos que andavam armados, com chapéus de couro, carabinas e longos punhais entrançados que batiam na coxa. Levavam as carabinas passadas pelos ombros. Os cangaceiros surgiam em grupo, ao comando de um companheiro mais temível.

Em 04 de junho de 1898, nasceu Virgulino Ferreira da Silva, na fazenda Ingazeira, de propriedade de seus pais, no Vale do Pajeú, em Pernambuco. Terceiro filho de José Ferreira da Silva e D. Maria Lopes, Virgulino, que entraria para a história com o nome de Lampião, viria a tornar-se o mais notório cangaceiro. Até entrar para o cangaço, Virgulino e seus irmãos eram pessoas comuns, pacíficos sertanejos que viviam do trabalho na fazenda e na feira aonde iam vender suas mercadorias. Virgulino Ferreira da Silva na certa teria a vida de um homem comum, se fatos acontecidos com ele e sua família não o tivessem praticamente obrigado a optar pelo cangaço como saída para realizar sua vingança. Virgulino declarou que, tendo perdido seu pai por culpa da policia, e responsabilizando-a pela morte da sua mãe, iria lutar até a morte, e se pudesse tocaria fogo em Alagoas.

Dia da Pediatra-27 de julho

A importância da Pediatria no mundo moderno ultrapassa a sua grande gama de conhecimentos etiológicos e fisiopatológicos das doenças das crianças e projeta-se além das suas eficientes técnicas diagnósticas e terapêuticas. A atribuição mais genuína da pediatria é proteger e cuidar do indivíduo em uma de suas fases de maior vulnerabilidade.

A pediatria estrutura-se em uma assistência integral à criança e ao adolescente. Os pediatras representam o recurso mais qualificado para atender a criança e o adolescente, tanto em nível de atenção primária quanto em níveis de maior complexidade. As famílias levam seus filhos ao pediatra com a certeza de que é possível enfrentar e vencer muitas doenças. O trabalho do pediatra contribuiu, através dos tempos, sobretudo nas últimas décadas, para diminuir a morbidade e a mortalidade de crianças e adolescentes no nosso país. Ressalte-se a importância capital de inúmeros outros fatores responsáveis por essa diminuição, mas não se pode negar a influência cultural e prática do atendimento das crianças realizado pelos médicos pediatras. Paradoxalmente, no entanto, o exercício da pediatria nos dias de hoje realiza-se em meio a conflitos, dilemas e dificuldades econômicas.

pediatra é uma figura importante para o esclarecimento dos pais durante o desenvolvimento da criança. Desde a sala de parto, esse especialista procura informar sobre aleitamento materno, interpretação das necessidades das crianças, vacinas, e mais uma série de fatores que concernem a saúde infantil.
O pediatra é, acima de tudo, um profissional vocacionado, que gosta de sua profissão. É ele que está na ponta da atenção primária nos diversos pontos do país. E a despeito das dificuldades, vem difundindo o soro caseiro, contribuindo para a queda da mortalidade infantil por diarréia e desidratação, melhorando os índices de aleitamento materno, reduzindo a mortalidade por doenças infecto-contagiosas e respiratórias. É uma das poucas especialidades médicas que ainda mantém, apesar de vários pesares, o vínculo médico-paciente. O pediatra ainda é médico de família.

Dia do Despachante-27 de julho

O Despachante Documentalista é disciplinado pelo estatuto e fiscalizado pelo Conselho de Ética Profissional.
Considera-se habilitado após a conclusão de cursos de Capacitação Profissional, através dos quais obtém a carteira de Identificação Funcional emitida pelo Conselho Regional dos Despachantes Documentalistas. Sua confiabilidade é assegurada pela idoneidade e conhecimentos empregados no trato e defesa dos interesses de quem o contrata.
Assim como acontece com advogados, economistas, contadores e outros, o Despachante Documentalista deverá apresentar sua Carteira Funcional.

Encaminhamento de Recursos de Multas


Certidões


Cartório de Registro de Imóveis e registro Civil


Cartório de Protestos de Títulos


Varas Criminais; Varas de Delitos de Trânsito


Varas de Execuções Penais


Varas Cíveis da Fazenda Pública


Varas Cíveis da Família


Falência; Concordata; Crimes contra o Patrimônio Público


Varas Cíveis e Precatória de todo o território Nacional


Interdição; Tutela e Curatela


Encaminhamento de Recursos de Multas


Insolvência Civil


Inventário, Testamento e Arrolamento


Antecedentes Criminais


Varas de Execução Penais e Corregedoria dos Presídios de: Curitiba, Londrina e Maringá


Instituto de Identificação do Paraná


DETRAN/PR e outras UFs


Tributos e Contribuição Federal


Tributos e Contribuição Municipal


Tributos e Contribuição Estadual


Prefeitura: 2º via do IPTU; Requerimentos da Prefeitura, etc


Furtos de veículo


Junta Comercial


Secretaria da Fazenda Estadual


Registro de Títulos e Documentos


Tribunal Regional Eleitoral

Dia do Motociclista-27 de julho

Os "12 Mandamentos" do Motociclista


Enquanto as autoridades se dividem entre propor medidas de restrição ao uso da moto e fazer campanhas educativas para os Motociclistas, o motociclista Lucas Pimentel valendo-se de sua experiência a frente da ABRAM - Associação Brasileira de Motociclistas elaborou de maneira clara e prática uma lista contendo os "Doze Mandamentos" para a segurança dos motociclistas no trânsito.


A Associação Brasileira de Motociclistas (Abram) tem uma lista com "Doze Mandamentos" para a segurança dos motociclistas nas ruas e nas estradas brasileiras:

1 – Mantenha a motocicleta sempre em ordem
Verifique a calibragem e o estado geral dos pneus; cheque o funcionamento do farol, setas, lanterna e luz de freio; verifique o cabo, lonas, ou pastilhas, fluido e a regulagem se for freio hidráulico; confira o cabo, e a regulagem da folga ideal do sistema hidráulico; revise os amortecedores traseiros e as bengalas dianteiras quanto a vazamentos; verifique a vela, cachimbo e cabo; troque periodicamente o conjunto de coroa, corrente e pinhão; tenha sempre a mão a CNH e o CRLV; utilize o protetor de pernas (mata-cachorro) e a antena anti-cerol.
2 – Pilote utilizando equipamentos de segurança
Capacete aprovado pelo Inmetro; calça e jaqueta de tecido resistente (preferencialmente de couro); botas ou sapados reforçados e luvas (de preferência de couro).
3 – Reduza a velocidade
Quanto menor a velocidade, maior será o tempo disponível para lidar com o perigo de uma condição adversa ou situações inesperadas, como mudança súbita de trajetória de outro veículo.
4 – Atenção e concentração
O ato de pilotar motocicletas exige muita atenção do motociclista, por isso evite se distrair.
5 – Respeite a sinalização de trânsito
Conheça e respeite os sinais e as placas de trânsito.
6 – Cuidado nos cruzamentos
Os cruzamentos são os locais de maior incidência de acidentes de trânsito, então redobre a atenção e reduza a velocidade ao se aproximar dos mesmos, principalmente nos cruzamentos sem sinalização de semáforos.
7 – Cuidado nas ultrapassagens
Sinalize as manobras com antecedência e certifique-se de que você realmente foi visto pelo motorista a ser ultrapassado. Tenha cuidado ao passar entre veículos, principalmente ônibus e caminhões.
8 – Cuidado com pedestres
Lembre-se de que o pedestre tem prioridade no trânsito urbano. Seja cordial e fique alerta para os pedestres desatentos, principalmente crianças e idosos.
9 – Seja visto
Ao pilotar à noite, use roupas claras e com materiais refletivos.
10 – Alcoolismo
Está comprovado que bebida e direção não combinam. Então, se beber, não pilote. Fique vivo no trânsito.
11 – Mantenha distância
É imprescindível manter uma distância segura dos veículos à frente (cerca de cinco metros), principalmente em avenidas e rodovias.
12 – Cuidado com a chuva
Redobre a atenção, reduza a velocidade e evite freadas bruscas; lembre-se de que nestas condições o tempo de frenagem é duas vezes maior que o normal.
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Elaborado por Lucas Pimentel, presidente da Associação Brasileira de Motociclistas (ABRAM), reprodução somente com autorização.

Rio Tietê

O rio Tietê (caudal, volumoso em Tupi) é um rio brasileiro do estado de São Paulo. É famoso nacionalmente por atravessar, em seus 1.150 km, o estado de São Paulo e a capital paulista.
Nasce em Salesópolis[1] na serra do Mar, a 1.120 metros de altitude[1]. Apesar de estar a apenas 22 quilômetros do litoral[1], as escarpas da Serra do Mar obrigam-no a caminhar sentido inverso, rumo ao interior, atravessando o estado de São Paulo de sudeste a noroeste até desaguar no lago formado pela barragem de Jupiá no rio Paraná, no município de Três Lagoas, cerca de 50 quilômetros a jusante da cidade de Pereira Barreto.
O nome Tietê foi registrado pela primeira vez em um mapa no ano de 1748 no Mapa D'Anvile[2] e, em tupi, significa "rio verdadeiro", ou "águas verdadeiras".
Diante de tais pressões populares, em 1991, o governador de São Paulo Luiz Antonio Fleury Filho, ordenou à Sabesp - empresa de saneamento básico do estado, que se comprometesse a estabelecer um programa de despoluição do rio. O estado buscou recursos junto ao Banco Interamericano de Desenvolvimento - o BID e montou um projeto de recuperação do rio, baseado nos estudos anteriores do SANEGRAN. A difícil tarefa de acabar com a poluição gerada por esgotos na Região Metropolitana de São Paulo recebeu o nome de Projeto Tietê. Na ocasião, o então governador havia dito que, ao final do seu mandato, beberia um copo d'água do Tietê. Não é um projeto exclusivamente governamental, já que conta com intensa participação de organizações da sociedade civil. Atualmente, o Projeto Tietê é o maior projeto de recuperação ambiental do país.
Além da poluição, o rio Tietê também é célebre por outro grande problema ambiental: as inundações provocadas por enchentes.
O rio Tetê sempre foi rio de meandros e portanto para a construção das avenidas marginais foi necessária uma retificação de seu curso natural. Devemos lembrar que tais avenidas foram construídas sobre a várzea do rio, ou seja, locais naturalmente alagadiços.

Curiosidades sobre a visão

1. 85% do nosso relacionamento com o ambiente é através da visão. Ao nascer a criança enxerga pouco e somente aos cinco anos de idade é que atinge a visão completa como do adulto. Por isto é muito importante que os problemas de visão sejam tratados até os seis anos, período que ainda estão em formação. Não existe uma idade para o início do uso de óculos, tanto pode ser muito cedo, como já na fase adulta.


2. Nunca use colírios caseiros (leite, açúcar, limão ou chá).


3. Pais que fumam nunca devem segurar seus filhos com o cigarro aceso, assim evitarão doenças causadas pela fumaça e queimaduras que atinjam o rosto e principalmente os olhos.


4. O estudo do oftalmologista australiano Noel Dan traz uma perturbadora novidade para a história da arte. De acordo com seu artigo, publicado no Journal of Clinical Neurosciense, as imagens borradas criadas por pintores impressionistas como Monet, Degas, Renoir, entre outros, estariam relacionadas à miopia, da qual eles sofriam. O médico afirma que as paisagens confusas, a falta de detalhes e a vivacidade das cores são efeitos idênticos causados na visão de uma pessoa míope.


5. O globo ocular pesa aproximadamente 7,5 gramas.


6. A retina é um mosaico de 130 milhões de células nervosas sensíveis a luz.


7. E condições físicas normais o olho humano pode distinguir quase 10.000 diferentes cores.


8. Os músculos da pálpebra, piscam em média até 20.000 vezes por dia.


9. O daltonismo atinge aproximadamente 8% dos homens, mas apenas 0,5% das mulheres.


10. A distância média entre os olhos é de aproximadamente 6,2.


11. Olhos puramente negros não existem. O olho com um máximo de pigmentação tem um tom de achocolatado profundo, mas não negro.


12. A pupila do olho é preta, mas fica avermelhada em fotos tiradas com “flash”. O olho humano é como uma câmara escura com um orifício, a pupila. Como normalmente a luminosidade é maior fora do que dentro do olho, enxergamos a pupila preta. Entretanto, o fundo do olho é intensamente irrigado por vasos sangüíneos, o que confere uma cor vermelho-alaranjada. Por isso, quando uma luz intensa como o flash de máquinas fotográficas entra no olho, a cor vermelha é preferencialmente refletida.


13. A visão em três dimensões depende muito do fato de possuirmos dois olhos (visão binocular). Você pode verificar que, ao fechar um dos olhos, perderá grande parte da noção das distâncias entre os objetos. Isso acontece porque os dois olhos captam a imagem do mesmo objeto de posições diferentes devido à distância entre os olhos. Essas duas imagens são superpostas no cérebro, o que dá a sensação de 3D.


14. Quanto mais uma pessoa olha fixamente para um ponto, menos útil é a sua visão periférica. Livingstone disse que Da Vinci usou o mesmo princípio ao pintar a Mona Lisa: o sorriso só se torna aparente se o observador olhar para os olhos ou para outras partes do rosto.

26 de jul de 2010

Prevenções para inundações

PREVENÇÃO

Evite morar em área sujeita a inundações.
Não construa nas margens de rios e canais. Isto é perigoso e proibido:
Impede o acesso das máquinas de dragagem.
Recolha todo o lixo nas caçambas da COMLURB. Lixo em rios e valas aumenta o risco de inundação.
Preserve a vegetação nas margens dos rios e canais para impedir a erosão.

AVISO ANTECIPADO

Se você mora em área sujeita a inundação:
Esteja atento aos boletins do serviço de meteorologia divulgados pela imprensa.
Chuvas muito intensas, mesmo por períodos curtos, podem provocar inundações.
Em caso de aviso de Tempestade, prepare-se para abandonar sua casa e abrigar-se em local mais seguro.

DURANTE A INUNDAÇÃO

NA RUA - Procure um lugar alto
Não tente atravessar áreas inundadas:
Você pode ser arrastado
Você pode cair em buracos
Você pode ferir-se em destroços submersos
Você pode pegar uma doença
DE AUTOMÓVEL, o perigo também é múltiplo.
Com pouca água na pista e em alta velocidade, o carro perde a aderência e sai do controle do motorista.
Com muita água o carro pode ser facilmente arrastado.
Como podem 30 a 60 centímetros de água, custar sua vida?

Granizo

Precipitação sólida de grânulos de gelo, transparentes ou translúcidos, de forma esférica ou irregular, raramente cônica, de diâmetro igualou superior a 5mm.
O granizo é formado nas nuvens do tipo “cumulonimbus”, as quais se desenvolvem verticalmente, podendo atingir alturas de até 1.600m. Em seu interior ocorrem intensas correntes ascendentes e descendentes. As gotas de chuva provenientes do vapor condensado no interior dessas nuvens, ao ascenderem sob o efeito das correntes verticais, congelam-se ao atingirem as regiões mais elevadas

Danos

O granizo causa grandes prejuízos à agricultura. No Brasil, as culturas de frutas de clima temperado, como maçã, pêra, pêssego, kiwi, e a fumicultura são as mais vulneráveis ao granizo.
Dentre os danos materiais provocados pela saraivada, os mais importantes correspondem à destruição de telhados, especialmente quando construídos com telhas de amianto ou de barro e aos fruticultores.
Poderão ainda ocorrer: congestionamentos no trânsito devido ao acúmulo de gelo nas ruas, queda de árvores, destelhamentos, perda de lavoura, alagamentos, danos às redes elétricas, amassamento de latarias de veículos e quebra de vidros de veículos.

Terremotos

É um movimento brusco e repentino do terreno resultante de um falhamento. Portanto, a ruptura da rocha é o mecanismo pelo qual o terremoto é produzido.
As rochas comportam-se como corpos elásticos e podem acumular deformações quando submetidas a esforços de compressão ou de tração. Quando este esforço excede o limite de resitência da rocha esta se rompe ao longo de um plano, novo ou pré-existente de fratura, chamado FALHA. 
Como se pode conhecer as camadas geológicas abaixo de nossos pés e outras estruturas localizadas no interior e no centro da Terra, situado a cerca de 6370 km de profundidade? Por meio de perfurações o homem tem acesso, direto, apenas, aos primeiros quilometros. Daí, para baixo, são as ondas sísmicas que revelam conhecimentos sobre o interior de nosso Planeta. 
A intensidade sísmica é uma medida qualitativa que descreve os efeitos produzidos pelos terremotos em locais da superfície terrestre. A classificação da intensidade sísmica é feita a partir da observação “in loco” dos danos ocasionados nas construções, pessoas ou meio ambiente. Esses efeitos são denominados macrossísmicos.

Geada

A geada é o processo através do qual cristais de gelo são depositados sobre uma superfície exposta. Normalmente ocorre a formação de geada quando a temperatura do solo cai abaixo de 0ºC.
Em tais oportunidades o ar, especialmente a certa altura do solo, pode acusar temperaturas muito mais elevadas.
De acordo com o que antecede, se compreende com facilidade por que com relativa frequência os observadores meteorológicos anotam temperaturas do ar de 3º ou 4ºC, ao mesmo tempo em que se observa a geada, haja visto que, o termômetro se localiza no interior do abrigo meteorológico a sua altura de 1,50m do solo.
Se a tensão do vapor é muito baixa, o vapor de água contida na atmosfera que se resfria, congela diretamente, sem passar pelo estado líquido, assim ocorre quando a tensão é inferior a 4,6 mm de mercúrio.
Apesar da aparência cristalina da geada, um exame dos cristais de gelo demonstram que estes, na maioria dos casos são de estrutura amorfa.
CAUSAS FAVORÁVEIS A FORMAÇÃO DA GEADA
As causas favoráveis a formação da geada, de natureza varias podem ser distribuídas em duas classes distintas: umas dependentes das condições meteorológicas da ocasião , outras resultantes das condições locais.

22 de jul de 2010

Eclipes

Um eclipse é o obscurecimento parcial ou total de um astro, pela interposição de um outro astro. Nas observações diretas do céu, pela sua magnitude, os eclipses mais notáveis são os do Sol e da Lua.

Como fonte luminosa do Sistema Solar, o Sol ilumina a Terra e a Lua, e, em decorrência disto, a Terra e seu satélite projetam sombras no espaço. Em constante movimento, nosso planeta e seu satélite ocupam diferentes posições no espaço e, em certas ocasiões, elas resultam no belo espetáculo do eclipse. Quando a Terra intercepta a sombra da Lua, há um eclipse solar. Quando é a Lua que atravessa a sombra da Terra, ocorre um eclipse lunar.

Durante o ciclo lunar de 29,5 dias, a Lua apresenta suas fases em relação à Terra. Na fase Nova, acontece um alinhamento Sol-Lua-Terra, e o observador terrestre não pode ver a face iluminada da Lua, pois ela não está voltada para o nosso planeta. É como se o satélite estivesse "de costas" para a Terra, com a frente iluminada. A fase Cheia acontece quando a Terra toma a posição mediana do alinhamento. Alinham-se Sol-Terra-Lua e, desta forma, a face iluminada do satélite volta-se para a Terra. Todo o disco lunar fica visível e temos as belas noites de Lua Cheia.

Pororoca

A pororoca, é um fenômeno natural que conjuga beleza e violência no encontro das águas do mar com as águas do rio Araguari.
O fenômeno da Pororoca que ocorre na região Amazônica, principalmente na foz do seu grandioso e mais imponente rio, o Amazonas, é formado pela elevação súbita das águas junto à foz, provocada pelo encontro das marés ou de correntes contrárias, como se estas encontrassem um obstáculo que impedisse seu percurso natural. Quando ultrapassa esse obstáculo, as águas correm rio a dentro com uma velocidade de 10 a 15 milhas por hora, subindo uma altura de 3 a 6 metros.
A pororoca prenuncia a enchente. Alguns minutos antes de chegar, há uma calmaria, um momento de silêncio. As aves se aquietam e até o vento parece parar de "soprar". É ela que se aproxima. Os caboclos já sabem e rapidamente procuram um lugar seguro como enseadas ou mesmo os pontos mais profundos dos rios para aportar suas embarcações seguras de qualquer dano, pois a canoa que estiver na "baixa-mar", onde ela bate furiosa e barulhenta, levando árvores das margens, abrindo furos, arranca, vira e leva consigo.

Ciclones




Tanto quanto os Tornados, Furacões, Tempestades Tropicais e Tufões, os Ciclones possuem a mesma forma de origem, quando associam-se duas massas de ar que giram no mesmo sentido e se encontram em um determinado ponto. Porém, o Ciclone não se forma inicialmente nesta apresentação, em geral, ele é resultado do desenvolvimento de outro fenômeno menor, seja por meio de uma Tempestade Tropical, seja por um Furacão. A diferença entre cada um está na velocidade de sua apresentação e suas denominações têm caráter psicológico, uma vez que os efeitos destrutivos de uma Tempestade Tropical sempre é muito inferior ao que um Furacão pode trazer, e um Furacão é menos destrutivo do que um Ciclone.
O Ciclone é portanto a pior forma de apresentação deste fenômeno que se caracteriza por uma massa de ar que gira em torno de um epicentro. No núcleo de um fenômeno como este, não se percebe sequer que ele esteja ocorrendo, uma vez que a velocidade dos ventos é praticamente nula, porém, para as áreas do perímetro de ação desta tempestade, os ventos giram acima de 350 km/h, carregando consigo animais, árvores inteiras arrancadas pela raiz, veículos de grande porte como ônibus e caminhões, etc.

Os Ciclones são chamados assim no ocidente, já no Ocidente eles são tratados como Tufões.


 


Inicialmente, fazia-se uso da denominação de Furacão para as tormentas com equivalente de destruição, sendo o nome Ciclone mais utilizado para este fenômeno no Oceano Índico.

13 de jul de 2010

Tsunami

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Grande onda ou sucessão de ondas marinhas que se desloca através do oceano até por milhares de quilômetros em alta velocidade (pode viajar a mais de 700km/h), com grande comprimento de onda (pode ter mais de 100km) de pequena amplitude (metro a poucos metros) e que torna-se catastrófica ao atingir as profundidades menores das linhas de costa onde eleva-se a grande altura (30 a 40 metros), invadindo violentamente as praias.
Um tsunami pode ter várias origens: tremores sísmicos ou terremoto no assoalho oceânico (maremoto), por diastrofismo e/ou vulcanismo principalmente; deslizamentos com grandes avalanches submarinas em áreas de talude, geralmente provocadas por abalos sísmicos; impacto meteorítico.
Devido a pequena amplitude, as ondas de tsunamis são mal percebidas por quem navega em águas profundas de oceano aberto.
Momentos antes de elevar-se e atingir catastroficamente a costa, a tsunami, devido ao grande comprimento de onda, provoca um rebaixamento do nível do mar que recua significativamente o que pode servir de aviso silencioso para a população procurar rapidamente fugir para área elevadas.
As ondas de marés e as ondas provocadas por tufões, mesmo podendo ser catastróficas, não são elencadas como tsunamis.

Willy-Willy

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Conheça o significado e a forma utilizada pelos meteorologistas para classificar os ventos de acordo com sua intensidade:
Vento: termo genérico que identifica o ar em movimento, independente da velocidade.
Brisa: é um vento de pouca intensidade, que geralmente não ultrapassa os 50 km/h.
Monção: começa no início de junho no sul da Índia. São ventos periódicos, típicos do sul e do sudeste da Ásia, que no verão sopram do mar para o continente. A monção geralmente termina em setembro, caracterizando-se por forte chuva associada a ventos.
Ciclone: é o nome genérico para ventos circulares, como tufão, furacão, tornado e willy-willy. Caracteriza-se por uma tempestade violenta que ocorre em regiões tropicais ou subtropicais, produzida por grandes massas de ar em alta velocidade de rotação. Evidencia-se quando ventos superam os 50 km/h.
Furacão: vento circular forte, com velocidade igual ou superior a 119 km/h. Os furacões são os ciclones que surgem no mar do Caribe (oceano Atlântico) ou nos Estados Unidos. Giram no sentido horário (no hemisfério sul) ou anti-horário (no hemisfério norte) e medem de 200 km a 400 km de diâmetro. Sua curva se assemelha a uma parabólica.
Tufão: é o nome que se dá aos ciclones formados no sul da Ásia e na parte ocidental do oceano Índico, entre julho e outubro. É o mesmo que furacão, só que na região equatorial do Oceano Pacífico. Os tufões surgem no mar da China e atingem o leste asiático.
Tornado: é o mais forte dos fenômenos meteorológicos, menor e mais intenso que os demais tipos de ciclone. Com alto poder de destruição, seus ventos atingem até 490 km/h. O tornado ocorre geralmente em zonas temperadas do hemisfério norte.
Vendaval: vento forte com um grande poder de destruição, que chega a atingir até 150 km/h. Ocorre geralmente de madrugada e sua duração pode ser de até cinco horas.
Willy-willy: nome que os ciclones recebem na Austrália e demais países do sul da Oceania.

Grutas

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Gruna ou gruta (do latim vulgar grupta, designação de crypta) é toda a cavidade natural rochosa com dimensões que permitam acesso a seres humanos. Em alguns casos essas cavidades também podem ser chamadas de caverna (do latim cavus, buraco), tocas, lapas, abrigos, algares ou abismos.
Os termos relativos a grutas geralmente utilizam a raiz espeleo-, derivada do grego spelaios (caverna).
As grutas podem ter desenvolvimento horizontal ou vertical em forma de galerias e salões. Ocorrem com maior frequência em terrenos formados por rochas sedimentares, mas também em rochas ígneas e metamórficas, além de geleiras e recifes de coral. São originárias de uma série de processos geológicos que podem envolver uma combinação de transformações químicas, tectónicas, biológicas e atmosféricas. Devido às condições ambientais exclusivas das grutas, o seu ecossistema apresenta uma fauna especializada para viver em ambientes escuros e sem vegetação nativa. Outros animais porém, como os morcegos, podem transitar entre o interior e exterior.
As grutas foram utilizadas, em idades remotas, como ambiente seguro e morada para o homem primitivo, facto comprovado pela imensa variedade de evidências arqueológicas e arte rupestre encontrados no seu interior.
As grutas são estudadas pela espeleologia, uma ciência multidisciplinar que envolve diversos ramos do conhecimento, como a geologia, hidrologia, biologia, paleontologia e arqueologia.
Formação
De acordo com a sua formação, as grutas dividem-se em dois grupos: Primárias e as Secundárias.

Espeleologia

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Sendo uma atividade que se dedica ao estudo das cavernas, a Espeleologia não se resume aos aspectos técnicos da progressão em grutas.
Ao estudar a gênese, a evolução, o meio físico e biológico do mundo subterrâneo, a espeleologia é igualmente uma disciplina técnico-científica que se interliga com ciências como a Geologia, Biologia e Antropologia.
Outras técnicas utilizadas e igualmente importantes são a Fotografia, Topografia e Cartografia, que complementam a atividade do espeleólogo.
Desde tempos imemoriais que o homem se sente atraído pelas cavernas, quer como abrigo temporário ou definitivo quer como local mágico-religioso dedicado ao culto dos deuses ou encantamento de inimigos, quer ainda como antecâmara do inferno ou local de atividades ligadas à magia negra, quer também como um simples local que lhe chama a atenção e desperta a curiosidade, convidando a uma simples olhadela curiosa, a uma visita turística ou a um paciente e aturado trabalho de estudo e investigação científica.
Mais ou menos em todos os locais existem cavidades no solo (naturais ou artificiais) mas é, sobretudo, nas regiões onde existem extensões de rocha calcária que se encontram, verdadeiramente, o que é uso e costume designar-se por cavernas ou, mais popularmente, por grutas, covas, furnas ou algares.

Cavernas no Brasil

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Há milênios as cavernas encantam o homem. No início dos tempos as cavernas eram usadas como abrigo, nelas foram deixadas restos de fogueiras, de alimentos, ossos e pinturas que nos permitem conhecer a vida e os hábitos dos nossos ancestrais.
Sejam em pinturas rupestres, animais exóticos, depósitos minerais ou acidentes geológicos, os ambientes cavernícolas preservaram momentos de nossa história, neles criou-se um novo mundo a ser descoberto.
Frágeis e fascinantes, as cavernas atraem pessoas pelos mais diversos motivos, sejam eles científicos ou religiosos, por curiosidade ou aventura, as cavernas propiciam o mais intenso contato com a natureza. Mais do que caminhar sobre o chão estamos dentro da terra, envolvidos por rochas, cercados de escuridão e silêncio.
Nelas o tempo parece congelado. Suas formas intrigantes e belas, iluminadas por nossas luzes fazem nossa imaginação pequena. Vendo pequenas gotas caírem do teto ou escorrerem pelas paredes, podemos imaginar como tudo começou há milhares de anos.
As vezes a calma e o silêncio dão lugar a galerias barulhentas, com seus rios e corredeiras a castigar a rocha, cachoeiras, abismos, desmoronamentos, tudo é singular nas cavernas.

Efeito Estufa


A atmosfera é altamente transparente à luz solar
O Efeito Estufa é a forma que a Terra tem para manter sua temperatura constante. A atmosfera é altamente transparente à luz solar, porém cerca de 35% da radiação que recebemos vai ser refletida de novo para o espaço, ficando os outros 65% retidos na Terra. Isto deve-se principalmente ao efeito sobre os raios infravermelhos de gases como o Dióxido de Carbono, Metano, Óxidos de Azoto e Ozônio presentes na atmosfera (totalizando menos de 1% desta), que vão reter esta radiação na Terra, permitindo-nos assistir ao efeito calorífico dos mesmos. 
Nos últimos anos, a concentração de dióxido de carbono na atmosfera tem aumentado cerca de 0,4% anualmente; este aumento se deve à utilização de petróleo, gás e carvão e à destruição das florestas tropicais. A concentração de outros gases que contribuem para o Efeito de Estufa, tais como o metano e os clorofluorcarbonetos também aumentaram rapidamente.
O efeito conjunto de tais substâncias pode vir a causar um aumento da temperatura global (Aquecimento Global) estimado entre 2 e 6 ºC nos próximos 100 anos. Um aquecimento desta ordem de grandeza não só irá alterar os climas em nível mundial como também irá aumentar o nível médio das águas do mar em, pelo menos, 30 cm, o que poderá interferir na vida de milhões de pessoas habitando as áreas costeiras mais baixas.
Se a terra não fosse coberta por um manto de ar, a atmosfera, seria demasiado fria para a vida. As condições seriam hostis à vida, a qual de tão frágil que é, bastaria uma pequena diferença nas condições iniciais da sua formação, para que nós não pudessemos estar aqui discutindo-a.

Pantanal

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De 1864 a 1870, o Pantanal foi palco do mais cruento conflito da América do Sul: a Guerra do Paraguai. Os atores deste embate, de um lado a Tríplice Aliança formada por Uruguai, Argentina e Brasil, mais o apoio britânico, e do outro, o Paraguai. Liderados por Solano Lopez, os paraguaios invadiram o Mato Grosso, conquistando cidades de Corumbá a Cáceres, provocando o êxodo dos fazendeiros e da população urbana para Cuiabá. Apesar da ofensiva paraguaia, o poderio da Tríplice Aliança com os reforços do capital inglês, foi vitorioso. Pouco sobrou das cidades e fazendas pantaneiras. O gado que sobreviveu estava disperso e selvagem. Após a guerra, ao mesmo tempo que os antigos povoadores retornavam de Cuiabá, houve um grande afluxo de capital estrangeiro, uma redivisão das imensas propriedades rurais e a reabertura da navegação fluvial do rio Paraguai até o estuário do Prata, entre Buenos Aires e Montevidéu.
Como resultado da guerra e da derrota do Paraguai, o Brasil ampliou seu território na região, incorporando cerca de 47000km² de terras que pertenciam ao Paraguai, uma área superior à de países como a Suíça ou a Dinamarca. Uma parte dessa área conquistada integra o chamado Pantanal mato-grossense.
As primeiras atividades em moldes industriais no Pantanal estavam relacionadas à pecuária. Em meados do século XIX instala-se na Fazenda Descalvados, às margens do rio Paraguai, em Cáceres, MT, uma fábrica de extrato e caldo de carne, utilizando-se, inclusive, a mão-de-obra indígena. Na Fazenda Barranco Vermelho, também em Cáceres e às margens do rio Paraguai, existiu um curtume e uma fábrica de beneficiamento de chifres para a fabricação de guampas. Apesar de ser uma área onde predominavam os latifúndios voltados ora para a pecuária, ora para a cana-de-açúcar, existiam espaços ocupados por pequenas comunidades camponesas, quilombolas e indígenas, as quais podiam ali desenvolver a lavoura, a caça e a pesca artesanal, além da fabricação da rapadura e da farinha.

Tratamento de Água

 
http://www.sabesp.com.br/Sabesp/filesmng.nsf/Imagens/oquefazemos/tratamento_agua.gif/$File/tratamento_agua.gif 
A Sabesp produz cerca de 65 mil litros de água por segundo para atender os habitantes da região metropolitana de São Paulo. São 31 cidades operadas, além de 7 municípios (Santo André, São Bernardo do Campo, São Caetano do Sul, Guarulhos, Mogi das Cruzes, Diadema e Mauá), que compram água da empresa por atacado.
No total, são 1.516 quilômetros de adutoras e 331 reservatórios com capacidade para armazenar 1,8 milhões de litros de água.
Conhecida como solvente universal, a água sempre retém algum resíduo dos materiais com os quais entra em contato. Mesmo a água doce da natureza, presente nos rios, lagos e lençóis subterrâneos, contém resíduos das substâncias presentes no meio ambiente, como sais dissolvidos, partículas em suspensão e microorganismos.
Para garantir que a água fornecida à população seja potável, a Sabesp busca fontes de água de boa qualidade e utiliza alta tecnologia de tratamento para eliminar todos os poluentes e agentes ameaçadores à saúde.
A água, depois de tratada, é levada à população através da rede de distribuição, um conjunto de tubulações e peças especiais que exigem operações adequadas e manutenção sistemática. Mas, podem ocorrer acidentes no percurso da água, provocando rompimentos nas tubulações e a conseqüente perda de água.
As perdas de água potável são calculadas tendo como base a diferença entre o volume consumido registrado pelo conjunto de hidrômetros e o volume produzido pelos sistemas.
Existem dois tipos de perda: a física e a não física. A perda física é a água perdida em vazamentos, aquela que não chega ao consumidor.

Vendaval

http://3.bp.blogspot.com/_rTmpljTf2_Y/Rqu6-AXZPwI/AAAAAAAAAK0/d-YaQnnA-Yo/s320/vendaval.gifSão perturbações marcantes no estado normal da atmosfera. Deslocamento violento de uma massa de ar, de uma área de alta pressão para outra de baixa pressão.
Os vendavais, também chamados de ventos muito duros, correspondem ao número 10 na escala de Beaufort, compreendendo ventos cujas velocidades variam entre 88,0 a 102,0 km/h.
Os ventos com velocidades maiores recebem denominações específicas:
  • 103,0 a 119,0 km/h ciclone extratropical
  • Acima de 120,0 km/h ciclone tropical ou furacão, tufão.
Os vendavais são provocados pelo deslocamento violento de uma massa de ar. Normalmente são acompanhados de precipitações hídricas intensas e concentradas, que caracterizam as tempestades. O superaquecimento local, ao provocar a formação de grandes cumulunimbus isolados, gera correntes de deslocamentos horizontal e vertical de grande violência e de elevado poder destruidor.
As tempestades relacionadas com a formação de cumulunimbus são normalmente acompanhadas de grande quantidade de raios e trovões.

Danos

Os vendavais ou tempestades

  • Derrubam árvores e causam danos às plantações
  • Derrubam a fiação e provocam interrupções no fornecimento de energia elétrica e nas comunicações telefônicas
  • Provocam enxurradas e alagamentos
  • · Produzem danos em habitações mal construídas e/ou mal situadas
  • Provocam destelhamento em edificações
  • Causam traumatismos provocados pelo impacto de objetos transportados pelo vento, por afogamento e por deslizamentos ou desmoronamentos.
Os vendavais ocorrem em qualquer parte da Terra, em qualquer país. No Brasil, os vendavais são mais freqüentes nos Estados da Região Sul: Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná.

Vulcões

http://fotos.sapo.pt/He6KQdnHUjjcjZmpUgRV/
Os vulcões são aberturas no solo, através das quais emergem à superfície rochas quentes, em fusão, e gases.
Grande parte da crosta terrestre e muitas das montanhas resultam dos vulcões.
Os vulcões são terríveis indicativos de grande calor e pressão existentes nas camadas mais profundas da Terra, isto é, das forças turbulentas que aí se agitam.
Manifestam-se nos pontos onde a crosta se encontra mais fraca, especialmente onde duas placas (secções da crosta terrestre) se encontram ou se separam. Aí, a pressão pode forçar a rocha fundida e outras substâncias do manto a emergir à superfície da Terra.
Quando há erupções vulcânicas, é ejetada a rocha em fusão, chamada magma, que se forma a grandes profundidades. À superfície, o magma pode explodir no ar em fragmentos, que vão desde poeira fina e quente, até grandes pedras chamadas bombas vulcânicas, ou poderá derramar-se sob a forma de torrentes de lava. 
O estudo dos vulcões faz-se desde há muitos e muitos anos. Os romanos pensavam que o fumo e o fogo que emergia de um vulcão situado a norte da Sicília, vinham da forja do Deus do Fogo, localizada nas profundezas da Terra e onde ele e as assistentes trabalhavam. Por essa razão, esse Deus passou a chamar-se Vulcão.
A erupção do Vesúvio em 79 d.C. foi consideravelmente reproduzida ao pormenor por Pliny the Tounger.

Regiões Áridas

http://www.envolverde.com.br/fotos/45114.gifAs chuvas, em regiões áridas são normalmente de curta duração mas de grande intensidade.
Estas chuvas espraiam-se rapidamente, chegando a causar a morte de viajantes abrigados em oásis que se localizam nas baixadas, onde o acúmulo das águas é mais rápido. Estas verdadeiras trombas-d’água levam consigo grande quantidade de detritos, que se acumulam quase que simultaneamente, dada a rapidez do transporte, que impede a seleção dos tamanhos, não havendo também tempo suficiente para efetuar-se o arredondamento. Com grande rapidez a água infiltra-se solo adentro e evapora-se. Em condições favoráveis, podem formar-se lagos temporários que, depois de secos, deixam uma película branca de halita, gipsita ou outros sais, dependendo dos sais lixiviados das rochas da região.
Outro aspecto característico é a presença de escarpas. São freqüentes nos desertos ainda em fase de juventude, onde os bordos das partes altas ainda não foram atingidos pelo efeito erosivo das chuvas e ventos.
A paisagem desértica também apresenta o seu ciclo de desenvolvimento, com estágios caracterizados por feições que dizem respeito à idade e ao grau de evolução : o estágio jovem caracteriza-se por uma elevação abrupta do terreno, que se apresenta muito escarpado. Após as mudanças climáticas ocorrerem, desviando os ventos úmidos, a região se torna árida. Numa fase seguinte a erosão já desgastou grande parte das rochas, amainando o relevo e aumentando o tamanho das bacias sedimentares, constituindo a fase de maturidade. Na fase final, que é de senilidade, haverá uma grande área de deposição, restando rochas mais resistentes à erosão.

Cadeias Alimentares

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O primeiro elo dessa ’cadeia alimentar’ é formado pelos vegetais, que usam a luz do sol, na fotossíntese, para produzir energia. Por conta de serem os primeiros a receber a energia do sol - a única fonte externa de energia em nosso planeta - e a transformá-la, os vegetais são chamados de produtores. Os elos seguintes da cadeia alimentar são formados pelos consumidores - seres vivos que, incapazes de produzir o próprio alimento, conseguem-no comendo outros seres vivos.
Existe uma ordem entre os consumidores: os consumidores primários, ou de primeira ordem, são os que se alimentam dos produtores; os secundários, ou de segunda ordem, alimentam-se de consumidores primários e os terciários... Bem, essa cadeia pode ter muitos elos de consumidores, dependendo da riqueza de espécies que convivem no mesmo ambiente. Há ambientes tão diversificados que as cadeias alimentares acabam se tornando complexas teias alimentares. 
Nas cadeias alimentares, além dos produtores e consumidores, há também o importante elo dos decompositores, seres que se alimentam de cadáveres. São eles os seres vivos capazes de degradar substâncias orgânicas, tornando-as disponíveis para serem assimiladas pelos produtores. Com eles, a cadeia alimentar é realimentada e pode perpetuar-se.
Matéria e energia passam de um elo a outro da cadeia alimentar: dos produtos aos consumidores e, destes, ao decompositores. Parte da energia é consumida em cada elo, pelas atividades que os seres vivos desenvolvem para sobreviver; aos últimos elos sobram parcelas cada vez menores de energia. Daí falarmos em fluxo de energia. No caso da matéria, falamos em ciclo da matéria, uma vez que não há perda ao longo do trajeto.

Baía de Todos os Santos

http://www.hoteliernews.com.br/HotelierNews/Hn.Admin/UpLoads4/Imagens/2008/0520/e21dc672-2e7d-4177-8b12-cc23f2773311/261%20-%20baia%20de%20todos%20os%20santos%20-%2021-05.jpg
A baía de Todos os Santos é a maior baía brasileira e está localizada no estado da Bahia. É dela que se origina o nome da capitanis e futuros província e estado baiano. A unidade federativa, entretanto, manteve a grafia arcaica.
Sua extensão é de 1.052 km², e profundidade de até 42 metros, com visibilidade de mergulho entre 10 e 20 metros.
Nela estão localizadas cinquenta e seis ilhas, dentre as quais a maior e mais importante é a de Itaparica.Outras ilhas importantes da baía são: ilhas do frades, ilha de Maré, ilha de Bom Jesus e a estação ecológica da Ilha do medp.
Outras ilhas importantes, que compõem roteiros turísticos, são Madre de Deus , Bom Jeus dos Passos Matarandiba, Saraíba, Mutá, Olho Amarelo, Caraíbas, Malacaia, Porcos, Carapitubas, Canas, Ponta Grossa, Fontes, Pati, Santos, Coqueiros, Itapipuca, Grande, Pequena, Madeira, Chegado, Topete, Guarapira, Monte Cristo, Coroa Branca e Uruabo
Penetrando 80 Km adentro no continente, a Baía de todos os Santos possui um contorno litorâneo de 300 Km, sendo na realidade um pequeno golfo composto por três baías,sendo a Baía de Aratu que abriga atualmente as instalações do porto de mesmo nome e da Refinaria Landulfo Alves. Suas margens possuem uma das maiores reservas de petróleo em terras continentais do Brasil.De uma barra à outra da baía medem-se 14 metros de amplitude, sendo que da Ponta da Penha até a Ponta de Itaparica temos aproximadamente 9 Km de extensão.
A borda leste da baía é marcada por uma retilínea e íngrime escarpa tectônica, a escarpa de Salvador,o mais belo exemplo de um antigo bordo cristalino de fossa tectônica costeira existente em toda a América do Sul.Por possuir muitas vistas panorâmicas do alto da escarpa, a cidade de Salvador é conhecida também como cidade-belvedere.

Chuva Ácida

depois em 1983, após a ação da chuva ácida na região.
Fotografia de uma floresta alemã tirada em 1970           
 1ªFotografia de uma floresta alemã tirada em 1970
2ª Fotografia em 1983 , após a ação da chuva ácida na região
 A chuva ácida é um fenômeno regional e ocorre na mesma região que gera os poluentes que a causa. Por isso mesmo a incidência é grande nas regiões altamente industrializadas e mais densamente povoadas.
A chuva ácida é causada pela presença de gases, principalmente óxidos ácidos de enxofre e nitrogênio, que saem das chaminés industriais e são solúveis em água. Misturados à água presente no ar, hidrolisam formando ácidos que caem sobre a terra juntamente com a chuva.
A chuva não afetada pela atividade humana é pouco ácida, tendo pH em torno de 5,7. Esta acidez baixa é devida à presença de ácido carbônico, H2CO3, formado pela dissolução de CO2 em H2O. Estes níveis de acidez não são prejudiciais ao meio ambiente.
Os poluentes mais sérios na chuva ácida são os ácidos fortes.
No Brasil o exemplo mais marcante de poluição ambiental por chuva ácida foi a destruição da Mata Atlântica na região de Cubatão, na baixada santista. Os gases de nitrogênio e enxofre liberados às toneladas pelas chaminés das indústrias locais, destruíram a vegetação. Neste caso, a relação de causa – efeito era óbvia. A região de Cubatão era uma das mais poluídas em todo o mundo. 
Entretanto, não são apenas as indústrias que poluem com estes gases. As grandes cidades, com seus inúmeros carros, também são importantes produtoras de chuva ácida.

Abundância e Escassez de Água

12 de abril de 1961. O Major Yuri A. Gagarin dá a volta completa em torno da Terra em 1 hora e 40 minutos. "A Terra é azul!". A mensagem remete-nos à preeminência da água. Ela recobre ¾ da superfície do nosso planeta e constitui também ¾ do nosso organismo. Entre todos os elementos que compõem o universo, a água é talvez aquele que melhor simboliza a essência do homem, desempenhando um papel fundamental no nosso equilíbrio.
Os oceanos, rios, lagos, geleiras, calotas polares, pântanos e alagados cobrem cerca de 354.200 km² da Terra, e ocupam um volume total de 1.386 milhões de km³. Apenas 2,5% desse reservatório, porém, consiste de água doce, fundamental para a nossa sobrevivência, sendo o restante impróprio para o consumo. Além disso, 68,9% da água doce está na forma sólida, em geleiras, calotas polares e neves eternas. As águas subterrâneas e de outros reservatórios perfazem 30,8%, e a água acessível ao consumo humano, encontrada em rios, lagos e alguns reservatórios subterrâneos, somam apenas 0,3%, ou 100 mil km³. O Brasil tem 12% da concentração mundial de água doce.

Dia do Engenheiro Sanitarista

 

Engenheiros Sanitaristas e suas competências

De acordo com o Decreto-Lei n.º 414/91, de 22 de Outubro, – que já foi alterado, mas não para esta questão – o engenheiro sanitarista é um profissional habilitado para aplicar os princípios da engenharia à prevenção, ao controlo e à gestão dos factores ambientais que afectam a saúde e o bem-estar físico, mental e social do homem, bem como aos trabalhos e processos envolvidos na melhoria de qualidade do ambiente.
O ramo de engenharia sanitária, da carreira de técnico superior de saúde, desdobra-se em quatro categorias: (i) assistente; (ii) assistente principal; (iii) assessor; e (iv) assessor superior.
a) Fazer a apreciação de condições ambientais e a identificação dos factores de risco, que nos domínios da água, ar, sol e habitação condicionam os estados de saúde da comunidade, em colaboração com outros profissionais de saúde, quando necessário;
b) Emitir pareceres sanitários;
c) Realizar inquéritos sanitários e outros estudos no domínio do ambiente;
d) Realizar inspecções e vistorias sanitárias;
e) Cooperar na elaboração de regulamentos sanitários e posturas municipais; (…)
O desperdício de água vem chamando a atenção de todos. A própria Organização das Nações Unidas (ONU) já alerta para o fato de que está acabando a água do planeta adequada ao consumo humano.
Cabe ao Engenheiro Sanitarista gerenciar esse problema, na medida em que é o responsável pelo planejamento e pela construção das redes que fornecem água à população.

12 de jul de 2010

Dia do Engenheiro Florestal



12 de Julho
O engenheiro florestal está diretamente ligado à natureza em seu ofício: é ele quem estuda e planeja a exploração dos recursos florestais, para encontrar o modo adequado e mais racional de aproveitá-los, com o menor risco ambiental possível.
A procura por esse profissional aumentou, no Brasil e no exterior, e continua crescendo, devido ao volume de problemas ambientais causados pela interferência do homem na natureza. O profissional dessa área deve desenvolver uma consciência crítica sobre essas questões. Ele trabalha não só prevenindo, mas consertando o desgaste causado pelo próprio homem, encontrando uma forma de reparar ou mesmo permitir nas florestas atividades predatórias, mas de importância econômica para os países, como por exemplo a extração de madeira (para ser utilizada pelas indústrias).
Como trabalha - O engenheiro florestal tem um vasto campo de atuação. Ele estuda e faz projetos para a preservação dos recursos renováveis e para a conservação de ecossistemas. Além de elaborar relatórios de impacto ambiental das atividades humanas em áreas de florestas, pode planejar e executar obras e serviços técnicos em engenharia rural em construções para fins florestais.
Ele também estuda e faz projetos de aproveitamento racional de florestas e de reflorestamento, fazendo inventário florestal para manejo e melhoramento de florestas naturais e plantadas, pesquisa até a produção de sementes e de mudas para melhorar as características das plantas. Na indústria de móveis, de papel e celulose, por exemplo, ele elabora os projetos de plantio e reflorestamento das espécies mais adequadas.